PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA NÃO ADMITIRÁ QUALQUER TIPO DE ASSÉDIO MORAL DENTRO DA CORTE PARAENSE

PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA NÃO ADMITIRÁ QUALQUER TIPO DE ASSÉDIO MORAL DENTRO DA CORTE PARAENSE

PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA NÃO ADMITIRÁ QUALQUER TIPO DE ASSÉDIO MORAL DENTRO DA CORTE PARAENSE

Em reunião nesta quarta-feira dia 04 de novembro, o presidente do Tribunal de Justiça do Pará, Desembargador Leonardo Tavares, convocou a Diretoria do Sindicato dos Oficias de Justica do Pará, para uma reunião de emergência. O objetivo foi tratar das denúncias de assédio moral publicados no site do Sindojus-PA. Segundo o presidente da corte, as declarações são graves e necessitam de apuração, ressaltando que não permitirá qualquer tipo de assédio em sua gestão. Os diretores do sindicato deixaram claro que a grande maioria dos magistratados trata os servidores de forma profissional e com cordialidade, mas infelizmente existem alguns juízes conhecidos pela rispidez, e que extrapolam os limites do razoável. Estes, o sindicato enfrentará e combaterá com as ferramentas disponíveis em lei. O Desembargador Leonardo informou ser solidário ao ocorrido e prometeu encaminhar um projeto ao pleno que combata o assédio moral dentro do tribunal. O presidente do Sindojus, Mario Rosa, esclareceu que a categoria só quer respeito por parte dos magistrados. Edvaldo Lima declarou que assédio moral leva ao adoecimento de qualquer servidor e que o caso estará sendo levado para uma melhor análise em Brasília. Lima lembrou ainda que o objetivo da nota no site do Sindojus foi chamar a atenção do tribunal, visto que a corregedoria do interior tem mostrado pouco resultado nos casos mais graves. Os diretores mostraram ao presidente do tribunal uma convocação por parte do juiz de Ourilândia do Norte, na segunda feira (feriado nacional), informando que todos os servidores estavam convocados para uma reunião no dia seguinte, na sede do fórum do município e ninguém teria direito a se manifestar, pois apenas as autoridades convidadas pelo magistrado poderiam falar, sendo tal determinação uma ordem. Na mensagem havia conteúdo grave, que veio a expor o Oficial de Justiça e outro servidor da comarca. Apesar da reunião ter sido bastante produtiva, o Sindojus-PA não renunciará e nem deixará de tomar as providências administrativas e judiciais em desfavor dos juízes que derem causa a situações desta natureza. Nova reunião foi agendada para as próximas deliberações. Na oportunidade, a diretoria do Sindojus-Pa agradece ao presidente do TJPA e seus juízes auxiliares pela resposta rápida que o caso requer.

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